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“Breve dia para sempre” encerra atividades do JulhoFest na Urca | “Breve dia para sempre” encerra atividades do JulhoFest na Urca |
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| 25 de julho de 2008 | |
![]() A peça foi proposta por Rodrigo França que, no ano passado, participou do espetáculo Versos de Hollanda “Breve Dia Para Sempre”, foi proposta por Rodrigo França que, no ano passado, participou do espetáculo Versos de Hollanda. A história conta a saga de um brasileiro como muitos, que não sabe o que é como origem de um povo. Sabe somente que é brasileiro, assim como a maioria das nações do mundo, que pouco conhece sobre sua identidade nacional. Sua avó deu-lhe o nome de Pindorama, por crer que se trata de um nome de uma pessoa famosa, importante. Esta senhora também desconhece as marcas na pele de nossa nação. Criativo e inteligente, Pindorama prefere ser chamado Zé Pindó, pois, por não o saber o significado de seu nobre nome, tem vergonha e acha pejorativo. Ele tem um grande ideal que é melhorar sua condição de vida, por isso vende diversos objetos para complementar seu salário. Ao trabalhar conhece um cliente chamado Guilherme, um personagem misterioso que sempre no mesmo horário e local (banco da praça) costuma ler um livro enigmático. Um dia, sem que Pindó perceba, Guilherme deposita o livro na mochila de Zé. Buscando o significado de seu nome, em cada cena aparecem personagens que mostram a sua cultura e peculiaridade: japonês, imigrante europeu, negro africano, explorador e índio, sua última visita que apresenta a grandiosidade de seu nome, satisfazendo nosso personagem profundamente: “Pindorama é onde está o coração do índio”, Terras das Palmeiras... Brasil! No palco, música ao vivo ilustrando as cenas com grandes nomes como Cartola, Noel Rosa, Ary Barroso, Carlos Cachaça e outros. O espetáculo possui a intenção explícita de despertar na alma valores e dar gama de sentido à mistura de identidades culturais que referenciam a formação corpórea do Brasil. |